A lei e os profetas

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“E, começando por Moisés, discorrendo por todos os profetas, expunha-lhes o que a Seu respeito constava em todas as Escrituras” (Lucas 24:27).

Quando Jesus fala acerca da lei e dos profetas, Ele está falando a respeito da Bíblia de Seus dias – o Antigo Testamento. A lei consistia dos cinco livros de Moisés e ia de Gênesis a Deuteronômio. E os profetas eram os livros daqueles escritores posteriores da Bíblia que ensinavam a lei, a interpretavam e a aplicavam à nação de Israel.

A lei era um conceito central na Bíblia, do início ao fim. Por isso, cabe a nós tomar um pouco de tempo para entender o assunto, especialmente porque Jesus disse que isso é importante.

A lei de Moisés consistia, na realidade, de vários tipos de leis. A primeira era a lei moral dos Dez Mandamentos, que Deus escreveu em pedras para sempre no Monte Sinai. A lei moral estabelece importantes princípios que abrangem todos os atos e relacionamentos humanos.

A segunda categoria de leis encontrada nos livros de Moisés é a lei cerimonial. Essas leis se referiam à maneira como Deus lidava com o problema do pecado. Centralizavam-se no santuário, em sacrifícios de sangue e no ministério sacerdotal. A lei cerimonial é de grande valor porque prenuncia a importância de Jesus e da natureza de Sua obra.

Há uma terceira categoria de leis que devemos observar. Mas esta não se encontra nos livros de Moisés. Trata-se da lei oral, ou seja, a interpretação da Lei de Moisés pelos escribas e fariseus.

De particular importância para o restante do capítulo 5 de Mateus, são a lei moral e a interpretação que os escribas fazem dela. Essa era a área de conflito entre Jesus e o partido farisaico. É importante sermos precisos em nossa compreensão da lei de Deus – tão importante, na realidade, que Jesus dedica a maior parte de Seus ensinos a ela.

Sonete, “Tua lei”

Fonte NT…

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