Eles voltaram

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“Não quebrará o caniço rachado, nem apagará a pequena chama que quase não dá luz. Ele mostrará amor aos fracos e dará força aos desanimados” (Isaías 42:3, NBV).

Existe algo tocando no simples fato de os discípulos terem se reunido de novo depois da crucifixão. Devem ter se sentido um tanto envergonhados e tolos naquele domingo. Apenas duas noites antes, haviam fugido e se escondido. Fico imaginando o que fizeram naquele fim de semana. O que pensaram e sentiram? Imagino aonde eles foram quando o céu ficou escuro. Será que estavam perto do templo quando o véu se rasgou ou perto do cemitério quando os túmulos se abriram?

Ninguém sabe.

Sabemos apenas de uma coisa. Eles voltaram. Devagar. Um a um. De todos os cantos da cidade. Pareciam ter a expectativa de encontrar consolo na companhia uns dos outros. Alguma coisa os impediu de desistir. Alguma coisa nas palavras ditas pelo Mestre os levou a se reunirem novamente. Talvez tenham se lembrado de que Ele os exortava e ensinava, mas nunca os condenava por suas fraquezas. O jugo do Mestre era suave e seu fardo era leve (Mt 11:29).

Não sabemos de que maneira Deus falou ao coração de cada um deles, mas o fato é que voltaram e, por trás do clima de desalento e confusão, podemos sentir um tênue fio de esperança, de expectativa de que alguma coisa aconteceria. E aconteceu.

Ore comigo: “Senhor, lembro-me de ocasiões em que, como os discípulos, fugi e me escondi quando as coisas ficaram difíceis. Obrigado porque me perdoaste e me restauraste. Em nome de Jesus, amém!”

Alessandra Samadello, “Restaura em mim”

Fonte NT…

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