Em breve vai acontecer!

volta de Jeus

“Estas palavras são fiéis e verdadeiras. O Senhor, o Deus dos espíritos dos profetas, enviou Seu anjo para mostrar aos Seus servos as coisas que em breve devem acontecer” (Apocalipse 22:6).

Estas palavras seguem imediatamente a visão de João, da Nova Terra. Enquanto esteve em Patmos ele aprendeu quão bem as coisas poderiam ir e quão mal também poderiam ir. Tinha visto o esplêndido início do evangelho em Jerusalém. Em seguida tinha visto as garras de ferro de Roma esmagarem a vida das igrejas e dos crentes. Domiciano reinava e procurou o aniquilamento dos perturbadores cristãos.

De dentro da igreja novas ameaças à fé assaltavam o verdadeiro evangelho. O cativeiro em Patmos trouxe visões que tomavam o trauma e desencorajamentos de seus dias e os projetavam na arena cósmica. O que suas igrejas estavam sofrendo, o tempo traria sobre a Igreja como um todo.

Contudo, as mesmas visões traziam esperança e alegria. As vastas multidões ao redor do trono, os cânticos de vitórias sobre o mar de vidro, o Cordeiro sobre o Monte de Sião mostravam-lhe quão temporárias eram a presente crise e dificuldade. Deus conduziria à vitória final e ele partilharia daquele triunfo.

João aprendeu que o destino final do mundo não dependia de sua própria condição ou da situação difícil das igrejas que ele amava. Todavia, ele também aprendeu que os perseguidos, os apóstatas e os fiéis estão todos projetados na tela do futuro. Perseguição como em Pérgamo é a sorte da igreja em todos os tempos. A apostasia, vista tão claramente em Tiatira tinha assumido dimensões cósmicas. Fidelidade como a de Filadélfia salvaria um povo para o reino.

Sabia quão preciosa era a comunhão que ele e outros haviam partilhado com Jesus. As visões da Nova Jerusalém tomavam essa íntima e doce comunhão e faziam dela o governo da Nova Terra. A morte e a enfermidade tinham fugido de diante do Filho de Deus. Desapareceriam da Terra para sempre.

João poderia estar surpreso de que ainda aguardamos as coisas que em breve devem acontecer. Mas ele não estaria surpreso ante a alegria que enche o nosso coração ao pensarmos no futuro que Deus tem para nós. Ele se lembraria da comunhão com Jesus. Lembrar-se-ia da visão do futuro. E nos estimularia a orar: “Vem, Senhor Jesus!”

Débora e Mateus, “Não tire os olhos do céu”

Fonte NT…

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