Que dominará sobre nós?

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“Não dominarei sobre vós, nem tão pouco meu filho dominará sobre vós; o Senhor vos dominará” (Juízes 8:23).

Não é de admirar que Gideão inspire o moderno general israelense. Com um pequenino grupo de guerreiros, meticulosamente treinados e disciplinados, o antigo capitão hebreu derrotou imensos exércitos. A precisão do ataque, o fator surpresa, as excelentes comunicações impressionariam a qualquer dirigente militar. Os cântaros quebrados, as trombetas e o grande brado poderiam parecer armas insignificantes, mas a tática, a estratégia permanece esplêndida.

Por trás desse valente exército em luta jaz outra dimensão. Gideão começou pela reforma em casa. Demoliu o altar de seu pai, dedicado a Baal. Cortou o poste-ídolo sagrado que estava junto do altar. Seu pai não sabia o que fazer quanto a isto e assim chamou o filho de Jerubaal. O problema da adoração teria de ser resolvido pelo próprio Baal. Se ele não pudesse defender-se contra Gideão, então ele não tinha muito de um deus. Na reação de seu pai, discernimos como o falso culto havia tomado conta dos lares do povo comum. O ato de Gideão o pôs honestamente ao lado de Jeová e contra a idolatria.

O jovem capitã0-general derrota as hordas dos midianitas com trezentos valentes. Muito pouco auxílio em do resto de Israel. Temendo represálias, cidades saqueadas muitas vezes pelo inimigo recusam dar alimento ao pequeno grupo.

Mas no final da batalha queriam estar ao lado de Gideão. Clamaram em torno dele: “Domina sobre nós, assim tu, como teu filho e o filho de teu filho” (verso 22).

Gideão rejeita o oferecimento. Como poderia ele ser seu rei sendo que Deus havia operado a vitória? Isto seria por meios ilegais.

Diariamente nos defrontamos com a mesma questão. Quem dominará? O eu demanda ser rei. Especialmente quando somamos alguma pequena vitória. Uma vitória sobre o pecado ganha com o auxílio divino e o eu quer o trono. O eu olha adiante diz: “Fiz isto uma vez. Posso fazê-lo novamente”.

O cristão necessita de uma excelente memória. Ele se lembra de que o Espírito conduziu a vitórias passadas. Recorda as derrotas passadas quando o eu tentou empunhar a espada. O próprio momento em que pensamos que poderíamos dominar é a hora de declarar o Senhor como Rei.

Montano de Barros, “Hoje eu me entrego”

Fonte NT…

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