Razão da esperança

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“Entreguem-se aos cuidados de Cristo, seu Senhor, e se alguém perguntar acerca da esperança que vocês têm, estejam preparados para contar-lhe e façam-no de uma maneira amável e respeitosa” (I Pedro 3:15, NBV).

Nossos valores estão confusos. Tudo começou quando alguém nos convenceu de que a raça humana não vai a lugar algum. Que não há razão nem propósito nesta existência absurda. Em algum momento compramos a ideia de que a criação foi acidental e a humanidade não tem rumo. Deprimente, não?

Pior, ainda é que, se o homem não tem um propósito, então não tem obrigação. Nenhum dever, nenhuma responsabilidade. Não tem objetivos. Se o homem não tem um fim, então quem vai dizer o que é certo ou errado? Não há absolutos. Nem princípios. Nem ética. Nem padrões. A vida se resuma a finais de semana, contracheques e emoções rápidas. O resultado é um desastre.

Tudo de fato é permitido se Deus não existe, e o homem, em consequência, está abandonado, pois não é capaz de encontrar nada de que depender, dentro ou fora de si mesmo.

Ao mesmo tempo em que o mundo quer se ver livre de absolutos, porém, esse é justamente seu maior anseio: um referencial externo supremo e, sobretudo, um Deus que cuide de suas criaturas, pois elas não sabem para onde ir.

E é nosso privilégio, em como vivemos e testemunhamos, apresentar esse Deus absoluto, revelado em Cristo, aos que não têm esperança.

Ore comigo: “Senhor, capacita-me a compartilhar com ousadia a este mundo a razão da esperança que tenho em Ti. Em nome de Jesus, amém!”

Os Arrais, “Não fale”

Fonte NT…

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