Um trapaceiro redimido

JACÓ TRAI ESAÚ E ENGANA ISAQUE

“Mas Deus demonstra Seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores” (Romanos 5:8).

Jacó foi o trapaceiro profissional dos patriarcas.

Por duas vezes ele escondeu o jogo de seu irmão, Esaú, a fim de escalar a árvore genealógica. Trapaceou o próprio pai para garantir um presente que, de outro modo, jamais teria recebido.

Mais tarde, engambelou o sogro tomando-lhe seu melhor rebanho e, quando ninguém estava olhando, pegou esposas, filhos e bens, e caiu fora.

Para ele os fins sempre justificavam os meios. Sua consciência estava calejada o bastante para deixa-lo dormir, e seus pés eram rápidos o suficiente para mantê-lo sempre um passo à frente das consequências.

Ainda assim, nós o vemos no hall da fama dos heróis da fé, em Hebreus 11:21. Como isso aconteceu?

Foi um processo longo e doloroso para ele e sua família. Mas, do sujeito que impôs condições em Betel (“Se Deus estiver comigo […] então o Senhor será meu Deus” [Gn 28:20-21]), ele se transformou no homem maduro que teve um encontro com Deus, recebeu um novo nome – Israel (Gn 32:28) – e, por fim, edificou em Canaã um altar para “Deus, o Deus de Israel” (Gn 33:20, RA).

Jacó é a prova de que ninguém está fora do alcance do poder redentor e transformador de Deus.

Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo, agora: “Senhor, como é bom saber que não existe pecador que não possas redimir! Sou grato não apenas pelo presente da salvação, mas também por Tua obra de santificação. Ajuda-me a ser paciente enquanto trabalhas em minha vida e na de meus irmãos em Cristo. Amém!”

Samuel Lóia e Laura Morena, “Muda-me”

Fonte NT…

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